segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Metal Total


Apenas para mostrar a alegria de uma trabalho quase completo, com muito tempo de pesquisa, resenhas e indicação musical.

Foi complicado. No final tudo dá certo e fica bem legal.

Brasil - Faster, Harder, Louder

Confiram.

Feito com suor e metal.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

E o fim do Oasis?

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Antes do ano que nunca terminou...


Vaias e Aplausos

Alegria, alegria, em meio à roda viva de um público caloroso e decidido a pontear até a última nota de seu artista preferido. Esse era o cenário, em 1967, para a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, realizado no Teatro Paramount. Mais que uma final de competição - para não dizer uma guerra de torcidas -, havia certo tom de preparação para os anos decorrentes: mais festivais, o tão próximo ano de 1968 e os rumos da MPB; o festival estaria marcado para sempre na história musical brasileira, não seria como um simples passeio de domingo no parque.

Mesmo com uma produção simples e modesta, deu-se a abertura da final em meio a um lotado teatro no centro de São Paulo; afinal, estavam pela música, e não pela decoração e fogos de artifício. A luta pelo grande prêmio seria disputada entre os que se tornariam gigantes da música popular brasileira, além de reconhecidos mundialmente: Caetano, Gil com Mutantes, Chico, a pimentinha Elis e o futuro rei Roberto, ainda na época que usava preto.

Entre vaias e aplausos, não sabendo em qual havia mais força, apresentavam-se os artistas em conjunto a coro uníssono e histeria ou com direito a mais vaias e aplausos ou até mesmo predestinações de “já ganhou”. Veloso, Gil e os Mutantes mostraram uma mistura saborosa do tradicional e nacional com o novo; um diálogo entre suas raízes e recentes paixões. O calor do público conseguiu expulsar Sérgio Ricardo, o que resultou na atitude mais iê-iê-iê de todos, massacrar o próprio violão e jogá-lo na multidão. Mas pareceu que nada pôde comparar-se aos grandes vencedores da noite: Edu Lobo, Marília Medalha e Quarteto Novo, com a aplaudida e reverenciada Ponteio. Saímos com duas certezas. Nada mais foi igual. E Jair Rodrigues foi o maior showman entre tantos.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Resultados

Aqui já estava a criar teias pelos cantos de tanto tempo que não tocava uma só palavra pela tela. Foi praticamente impossível escrever durante a viagem que segui por cerca de 23 dias. Especificamente por dois motivos: 1) quase não tive tempo de usar computador/internet e 2) sinto até frio na espinha com os teclados que encontrei pelo caminho, não por sua sujeira - isso é de se relevar -, mas a troca de letras e falta de acentos deixava a beleza da escrita como uma das piores torturas encontradas na face da Terra.

Agora, alguns dias depois, quase que exatos sete dias de meu retorno às terras tupiniquins, decido colocar em prática a escrita on-line de tudo que fiz pessoalmente e registei da forma mais arcaica possível, no papel. Não que tive grandes aventuras e perseguições em alta velocidade, afinal, estava viajando sozinho e andando muito a pé.

O que falar de resultados? Chega a ser complicado explicar tudo que pensei durante passeios, vistas, correria, calor e frio, frio e calor com chuva, sem contar das reflexões. Uma coisa tenho certeza, não da para ser o mesmo. De uma forma estranha voltei diferente, com pensamentos diferentes, mais leve, mais querendo conhecer coisas, ler coisas e ainda com a mesma sede da música. Sair de casa - casa entenda a cidade, pois nunca estou cansado da minha casa de fato -, mudar os ares e ficar um pouco distante de tudo aquilo que estava me prendendo - como uma âncora. Não há nada melhor do que se livrar um pouco de um peso que, caso ficasse, me deixaria cada vez mais preso e talvez irritado.

Foi uma viagem, que mesmo sozinho, deu para melhorar, conhecer pessoas diferentes, com pensamentos diferentes, com costumes e culturas diferentes e gostos podendo ser diferentes ou não. Faltava um pouco de vida a uma pessoas que gosta de viver, mesmo de forma diferente e única. Era o tempero que faltava - mesmo eu não gostando de temperar saladas - para que eu pudesse melhorar, enxengar as coisas de forma diferente - não diferente, mas melhor, mais bacana - e dar um grande valor a toda a experiência conquistada e principalmente à vida.

Mudar é interessante, estar bem é melhor do que qualquer coisa.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Aquele que não via

Voltava seus olhos para todos os cantos da sala.

Sentia-se observado.

Não havia devidamente ninguém no recinto;

Talvez uma mosca camuflada pelas paredes

Ou outro pequeno inseto - se puder ser chamado assim - passeando entre sua mobília.

Talvez;

Por que não?

Enquanto procurava

O ser,

Que talvez não estivesse em seu alcance,

Tremia;

Mas não sabia,

Por medo

Ou excitação?

domingo, 28 de junho de 2009

Sabichão

A internet parece encorajar muitos de seus usuários. Pessoas que jamais falariam certas coisas, ou assuntos, "na cara" de outras são envolvidas por uma intensa aura de falarem o que bem entendem. Tá, isso até pode ser legal para pessoas que são extremamente tímidas e reclusas, mas não vejo tanto por esse lado. O que entra em questão são as pessoas que não sabem usar esse meio; não que não saiba usar, usa de maneira estúpida.

O mais interessante da rede é poder mostrar sua opinião de maneira livre. Le quem quer, acredita quem quiser, concorda se estiver de acordo e pode até mesmo opinar, assim, continuando com as livres opiniões. É nesse meio que entram os "encorajados", aquela raça de espertinhos que acreditam que são o rei do mundo (não o Leonardo Di Caprio) e possuem respostas afiadíssimas para qualquer assunto que desejam comentar ou acreditam que sabem mais do que o autor.

Espertinhos, nerds, sabichões, chatos; seja qual for o nome dado, eles sempre estarão soltos na rede em busca de alguma crítica pouco interessante para quem tenha escrito. A impressão que fica é, que além de sempre achar o seu ponto de vista não é válido, eles escrevem aquilo achando um máximo e depois daquele momento estarão abalando na internet. A armadilha, algo que essas bestas famintas desejam, é a resposta de quem está sendo criticado. Uma vez respondendo, independentemente do tom, você acaba de alimentar aquela fera da internet. Ele esperava por esse momento, impacientemente.

Descobri que não há maneira de escapar (até mesmo com este texto estou pondo minha cara à tapa). Talvez apenas um jeito de não se aborrecer com os comentários importunos desses seres: ignorando, ou para os desbocados, "foda-se". A melhor maneira de virar o jogo e deixar espertinhos irritadíssimos é ignorar. Eles irão descabelar-se solitariamente todas as horas possíveis aguardando sua resposta, seja qual ela for. Caso queira enfrentá-los, o jeito é usar ironia, outra forma infalível.

Eles estão por aí.

sábado, 27 de junho de 2009

Axium - Wavelength

Dificilmente fico viciado em uma música apenas, normalmente o vício é com artistas e todo conjunto de obra. Nesses últimos dias tenho ouvido muito a música Wavelength da ex-banda do David Cook, Axium.
Além do instrumental, mais pesado do que estamos acostumados com o novo álbum de DC, achei a letra uma das coisas mais interessantes - algo que é o forte do músico, sempre criativo e bolando letras muito boas. Bom lembrar que Wavelength que escuto é do último show da Axium, então pode até ter um gostinho especial por também ser especial.

Acompanhem música e letra:

Axium - Wavelength - 4 min57 seg:


("I'm ready. For whatever that's worth. What's happening?")

The secrets of hers she swears nobody knows
She gets her happiness from her AM radio
The static in her smile,
Mile after mile
As she drives home

He's a lost cause, a cigarrette in hand
He left his family to be the singer in a band
The feedback in his eyes,
Should come as no surprise
To all of those in spell

I heard the call but I never started running
I took the hit and I never saw it coming
What a way to go
Drop to your knees and remember where you came from
This is the time to abandon hesitation
Watch your bombs fall down below

I stare at the ceiling fan as a whisper inside of me
Telling me just who I am and just how I ought to be
Descrepancies are vain,
And the memories I made
Are out to sea

So stand up and face the flag of the nation in your eyes
Lest the beating of the drum makes you forget to question why
Forget to question why,
Why we always die
To cover up the lie

I heard the call but I never started running
I took the hit and I never saw it coming
What a way to go
Drop to your knees and remember where you came from
This is the time to abandon hesitation
Watch your bombs fall down below, watch your bombs fall down below

I heard the call but I never started running
I took the hit and I never saw it coming
What a way to go
Drop to your knees and remember where you came from
This is the time to abandon hesitation
Watch your bombs fall down below, watch your bombs fall down below
Watch your bombs fall down below, watch your bombs fall down below